sábado, 30 de setembro de 2017

Uma viagem prática através dos Quatro níveis de Consciência

Objetivo do Programa: Proporcionar aos participantes uma vivência através dos Quatro níveis de consciência, visando conhecer seu mapa mental, tornar visível os  obstáculos, mudar os estados negativos, e  criar planos de mudanças  para atuar assertivamente nos diferentes contextos da vida.
Data: 21/10/17 das 9:00 as 18:00 horas
Local: IBRHE – Shoping Nova América
Consultem -nos, será um prazer falar com você.
gabiate@gmail.com

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Use seus recursos internos, mas o que são e como acionar?


É comum ouvirmos as pessoas falarem sobre a necessidade de se ter recursos para realizar atividades, abrir negócios, promover mudanças, alcançar metas, ampliar e fortalecer a auto estima.
Naturalmente as pessoas que atuam mais na vida com seu hemisfério esquerdo, o lado do cérebro voltado para as coisas concretas, pensam: Preciso de instalações, estrutura, dinheiro, oportunidades, senão não conseguirei avançar e criar as atividades que desejo para o alcance dos resultados.
Logicamente este pensamento concreto é válido e necessário, mas os recursos que falamos aqui são os chamados recursos internos que atuam como forças motrizes, alavancas que somada as idéias e recursos materiais transformam pensamentos em ações e os materializam.
É normal falarmos sobre coragem , ousadia, segurança, determinação, foco,mas muitos desconhecem o poder e o impacto que estes recursos tem sobre nossa energia e ações.
É provável que você utilize muito bem um determinado recurso em uma área específica da sua vida, mas ainda não tenha utilizado em outras, e aí ter a sensação de que não possui este recurso.
Pode ser que na realidade você não tenha ainda usado um determinado recurso por não ter uma definição clara sobre o conceito ou tenha uma imagem distorcida do que seja, logo um trabalho de reflexão pode esclarecer para você o que é em essência aquele recurso e você poderá usá-lo.
Você também poderá desenvolver alguns recursos, tomando como base a visão que tenha sobre alguém que imagina que tem e que o utiliza muito bem, e a forma como você descreve este recurso utilizado por tal pessoa, pode servir de estratégia para que você o desenvolva, a isso damos o nome de modelagem, uma habilidade natural que usamos na vida para aprender a ter novos comportamentos.
Então a dica esta aí, que tal experimentar.

Dulce Gabiate

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013



Neste livro Mudanças, você poderá descobrir sobre como podemos processar mudanças e assim criar novos comportamentos para viver uma vida mais saudável e alcançar seus objetivos de vida.

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Alfred Korzybski e o Mapa não é o território


Alfred Korzybski (1879-1950)

Alfred Korzybski Foi Alfred Korzybski, criador da Semântica Geral, que cunhou a frase "o mapa não é o território," um dos princípios fundamentais da PNL. A filosofia da linguagem de Korzybski foi uma das principais influências no desenvolvimento inicial da PNL, especialmente o Metamodelo. Seu trabalho na área da semântica, combinado com a teoria sintática da gramática transformacional de Chomsky, forma em grande parte o núcleo do aspecto "lingüistico" da Programação NeuroLingüística.

O principal trabalho de Korzybski, Science and Sanity (1933), afirma que o progresso humano é, em grande parte, resultado do seu sistema nervoso mais flexível, que é capaz de formar ou usar representações simbólicas, ou mapas. A linguagem, por exemplo, é um tipo de mapa ou modelo do mundo que nos permite resumir ou generalizar as nossas experiências e passá-las para os outros, poupando-os de fazerem os mesmos erros ou reinventar o que já foi descoberto. Essa capacidade de generalização lingüistica dos humanos, Korzybski argumentava, é responsável pelo nosso enorme progresso sobre os animais, mas a divergência e o uso errado de tais mecanismos simbólicos foram também responsáveis por muitos dos nossos problemas. Ele sugeria que os humanos precisavam ser corretamente treinados no uso da linguagem para evitar os desnecessários conflitos e confusões que resultam da confusão entre o 'mapa' com o 'território.'

A lei da individualidade de Korzybski afirma que "duas pessoas, ou situações, ou estágios do processo não são as mesmas em todos os detalhes." Korzybski observou que nós temos menos palavras e conceitos do que experiências únicas, e isso tende a conduzir para a identificação ou "confusão" de duas ou mais situações (o que é conhecido como "generalização" no Metamodelo). A palavra "gato," por exemplo, é comumente aplicada a milhões de animais individuais diferentes, para o 'mesmo' animal em diferentes épocas da sua vida, para a nossas imagens mentais, para ilustrações e fotografias, metaforicamente para o ser humano ("um hep-cat"), e mesmo para as letras combinadas g-a-t-o. Assim, quando alguém usa o termo "gato," não está claro se está se referindo a um animal de quatro pernas, uma palavra de quatro letras ou um hominídeo de duas pernas.
Korsybski desenvolveu um programa para ensinar as pessoas como reconhecer e transcender os seus hábitos de linguagem a fim de se comunicarem com mais eficiência, e apreciar melhor as características únicas das suas experiências diárias. Seu propósito era induzir as pessoas a avaliarem suas experiências menos pelas implicações da sua linguagem de todos os dias e mais pelos fatos únicos da situação particular. Korzybski acreditava que para escapar das limitações da linguagem diária de alguém, as pessoas necessitavam de novas maneiras de 'pensar.' Ele defendia o 'pensar' em modalidades não-lingüísticas, tal como usar imagens visuais. Ele também desenvolveu ferramentas visuais para ensinar humanos a diferenciar entre várias 'ordens de abstração.' Isso incluía as diferenças entre o que nós vemos (nossas representações internas) e os estímulos externos em si, e entre os mapas verbais (o que é conhecido como "experiência secundária" na PNL) e as representações sensoriais ("experiência primária" na PNL). Reconhecer as diferentes ordens de abstração também incluíam distinções entre (a) descrições das experiências e (b) inferências (conclusões tiradas de nossas experiências e descrições); e entre descrições sobre descrições, inferências baseadas em inferências, sentimentos sobre sentimentos (sensações sobre outras sensações), e entre as abstrações de uma pessoa e as abstrações de outra pessoa, etc.
O propósito das distinções de Korzybski era encorajar as pessoas a retardarem suas reações imediatas enquanto elas procuravam as características únicas das interpretações da situação e as alternativas. Em outras palavras, ele estava tentando unir métodos científicos com "sanidade."
As idéias e os métodos de Korzybski são uma parte importante das bases da PNL. De fato, em 1941, Korzybski mencionou "neurolingüística" como uma área de estudo relativo a "Semântica Geral." Os conceitos e processos da PNL como Metamodelo, condições de boa formulação dos objetivos e os quátruplos (VCAO ou VKAO), todos tem suas raízes no trabalho de Korzybski.
Texto traduzido e adaptado da Encyclopedia of Systemic NLP and New Code de Robert Dilts e Judith DeLozier.

http://www.golfinho.com.br







sábado, 19 de maio de 2012

Perdi o pau do pirulito e agora?

Já alguns anos venho utilizando esta expressão: " Perdi o pau do pirulito e agora?".
Esta expressão, uma metáfora, surgiu em minha vida, por volta do final dos anos 80.
Estava no meio do curso de psicologia e muitas vezes me defrontava com a necessidade de ampliar visão para introjetar novos conceitos, notícias, tendências e por vezes tendo que abrir mão de comportamentos até então cristalizados, o que causava muita dor e risos e que não me permitiam enxergar as novas possibilidades.
Meu grupo de sala de aula tinha o hábito de frequentar o boteco da esquina, um estilo merceria e bar improvisado. Em meio aos comes e bebes, diria mais bebes do que come, aproveitávamos o momento e espaço para refletir sobre os novos conceitos,contextos e em grupo animados pelos questinamentos ampilávamos a visão.
Num desses dias de encontro, frente a um questionamento, que exigia uma virada de mesa, me vi dizendo: Não sei o que pensar, perdi o pau do pirulito! Essa expressão passou a ser o meu jargão, e por pouco não me deixou reprovada em uma matéria.
Daí para frente, isto passou a ser minha marca, expressão muito utilizada quando me deparo com algo inusitado, novo, questionador.
Com o tempo passei a utilizá-lo quando via pessoas conhecidas com esta "fisiologia",  termo muito usado pela PNL,com cara de espanto, com a expressão de sensação da possibilidade da perda, do não entendimento, como se pudesse se engasgar a qualquer momento, sufocar,assim como uma criança, que frente ao estímulo do doce, se apressa, e consegue num ímpeto ficar com todo o doce na boca e o pau do pirulito na mão,sem saber o que fazer.

Bem, metáforas a parte, eis que inicío este blog dedicado aqueles que num determinado tempo da vida, fica com cara de quem perdeu o pau do pirulito e agora?

  • Meu intuito é torná-lo um espaço para postagens de artigos, contos e eventos do dia a dia que possam ajudar as pessoas a saírem da situação : Perdi o pau do pirulito é agora?

Dulce Gabiate é Psicóloga, Trainer em Neurolínguistica e em Tecnologia de participação, Terapeuta Floral, Coach Executivo e Vida.

Mudanças Comportamentais



A PNL é um conjunto de conceitos e técnicas que nos ajuda a entender como criamos nossa comunicação interna e externa, a influência de nossos pensamentos sobre as emoções e comportamentos e se utiliza de alguns pressupostos que quando introjetados e praticados nos ajudam a olhar e vivenciar os eventos do dia a dia com mais flexibilidade, e a ter uma atitude de compaixão para lidar com as diferenças individuais.
Em minhas experiências nos últimos anos pude constatar minhas mudanças de comportamento bem como de outras pessoas que como eu se permitiram reavaliar suas crenças e a praticar no cotidiano as pressuposições que ampliam nossas visões e atuações na vida.
Como resultado pude vivenciar maior flexibilidade nas relações pessoais e profissionais bem como uma facilidade de construir rapport e comunicação.
Vale a pena ressaltar algumas destas pressuposições como: O mapa não é o território, partindo desta premissa , o que esta descrito em um mapa é totalmente diferente do que podemos ver,ouvir e sentir , quando estamos em seu território em função das diferenças de cada pessoa ( aprendizagens, cultura, experiências de vida e significados) e podemos ter visões da realidade diferenciadas. Sabemos que as diferenças existem, que pessoas podem ter semelhanças em alguns aspectos mas ter visões diferentes da realidade. Conscientemente sabemos disto, mas em nosso dia a dia sofremos e criamos conflitos em nossas relações por desejarmos que as pessoas pensem e ajam como nós. Esta é a primeira grande aprendizagem que podemos ter na busca de uma vida de relacionamento mais produtiva e prazerosa, aceitar as diferenças e aprender e crescer com elas. Outro dado de constatação é que em função destas diferenças o significado de alguns conceitos podem ser percebidos e entendidos de formas diferentes , sendo assim ao estabelecer diálogos com outros precisamos nos certificar de que os conceitos utilizados são os mesmo de forma a evitar distorções e mal entendidos. Para avançar neste desenvolvimento precisamos praticar mais esta pressuposição.
Dulce Gabiate é Psicóloga, Trainer em Programação Neurolinguística e Tecnologia de participação, Coach Executivo e Vida.